Portal de Administração de Conferências - CEFET-MG, 15ª Semana de Ciência & Tecnologia 2019 - CEFET-MG

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DESENVOLVIMENTO DE UMA VACINA DE DNA CONDIFICANDO O ANTÍGENO BIBA DE STEPTOCOCCUS AGALACTIAE UTILIZANDO BACTÉRIAS LACTICAS COMO VEÍCULO DE ENTREGA – UMA PERSPECTIVA PARA USO NA AQUICULTURA
Mariana Martins Drumond, Pamela Del Carmen Mancha-Agresti, João Pedro Martins Bernardo

Última alteração: 2019-09-12

Resumo


A estreptococose, doença causada, especialmente por S. agalactiae, acomete um grande número de espécies de peixes e pode ocasionar alta taxa de mortalidade em consequência da instauração de um quadro de septicemia. Assim, o desenvolvimento de medidas interventivas se torna cada vez mais necessário e, as vacinas de DNA são apontadas como uma alternativa viável e segura. Nesse trabalho, é explorado o uso de Lactococcus lactis MG1363 como veículo para entrega oral do plasmídeo vacinal pExu portando a ORF do gene que codifica a proteína de superfície BibA, de S. agalactiae. Inicialmente, a ORF BibA foi clonada no vetor TOPO Zero Blunt, sendo subclonada no vetor pExu. Para obtenção do anticorpo policlonal para avaliar a expressão do plasmídeo pExu:BibA, linhagens de E. coli C43 foram transformadas com o plasmídeo pD444-NH:GBS para expressão da proteína BibA através da indução por IPTG. As próximas etapas consistirão na avaliação da expressão da proteína BibA e funcionalidade do vetor pExu:BibA em células de peixe por imunohistoquímica e citometria de fluxo, como também a construção da linhagem recombinante L. lactis MG1363 (pExu:BibA) para posteriores estudos in vivo. Com ensaios de imunodetecção se pretende verificar a produção do antígeno BibA pelas células de peixes transfectadas e em sequência avaliar a resposta dos animais frente ao desafio, após administração oral de L. lactis (pExu:BibA), para assim poder comprovar sua eficácia na profilaxia e tratamento da estreptococose.

Palavras-chave


Vacina de DNA. Bactérias lácticas. Lactococcus lactis. Estreptococose.